Aviso: na biblioteca de Jacinto não se aplicará o novo Acordo Ortográfico.
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13 agosto 2014

O Bibliotecário Anarquista explica porque a Internet não substitui as bibliotecas

As quinta e sexta razões porque a Internet não substitui as bibliotecas. Depois destas, o bibliotecário anarquista parece ter desistido de publicar as restantes quatro razões. Talvez por não ter gostado da sexta. Em todo o caso, deixo-vos a fonte para o texto original, da American Library Association, aqui.

5. Pode o Estado comprar apenas um e-book e distribui-lo por todas as bibliotecas universitárias?

Sim, e nós podemos também ter apenas uma escola secundária nacional, uma universidade nacional, e um pequeno número de professores universitários, que irão ensinar toda gente pela Internet. (…)
Desde 1970 cerca de 50.000 títulos académicos foram publicados anualmente. Dos cerca de 1,5 milhões de títulos publicados desde então apenas alguns milhares estão disponíveis. Dos títulos publicados antes de 1925 (títulos que muito provavelmente já caíram no domínio público) apenas 20.000 estão disponíveis. Por quê? Se não existem nenhumas restrições de copyright que façam os preços elevar-se. Por último, os vendedores que fornecem os e-books permitem apenas a existência de uma cópia por biblioteca. Se o leitor x está a ler o e-book, o leitor y tem de esperar que o x o “devolva” para aceder ao seu conteúdo…
6. Ei amigo! Já te esqueceste dos leitores de e-books?...

“A maioria de nós já se esqueceu do que foi dito em tempos sobre o microfilme («vamos reduzir as bibliotecas para o tamanho duma caixa de sapatos») ou quando a televisão educativa foi inventada («no futuro vão ser necessários poucos professores»). Tente obrigar um leitor a utilizar um e-book mais de meia hora. Dores de cabeça e fadiga visual serão provavelmente os melhores resultados que conseguirá. Além disso se tiver de ler mais de duas páginas o leitor irá certamente imprimir o texto…”

Esta razão, sinceramente, não me convence… Fico na mesma. “So what?...”

12 agosto 2014

O Bibliotecário Anarquista explica porque a Internet não substitui as bibliotecas

Não vou publicar um post por dia com as dez razões porque a Internet não substitui as bibliotecas, já que se trata de revisitar um blogue antigo que está disponível, ainda, para quem o quiser ler. E bem merece. Mas vou publicá-las todas, com a devida vénia, não vá o Adalberto Barreto decidir retirar o seu blogue «O bibliotecário anarquista» do nosso convívio. Desde já, as segunda, terceira e quarta razões porque a Internet não substitui as bibliotecas.

2. A agulha (a sua pesquisa) num palheiro (a Web)

«A Internet é como uma extensa biblioteca por catalogar. Se utilizarmos o Hotbot, o Lycos, o Dogpile, o INFOSEEK, ou qualquer outro motor de busca ou de meta dados não estamos, na verdade, a pesquisar a Internet inteira. Os motores de busca prometem frequentemente pesquisar e recuperar tudo mas na verdade não o fazem. Por outro lado, o que pesquisam não tem em conta actualizações diárias, semanais, ou ainda mensais, independentemente do que anunciam. Se um bibliotecário disser: «aqui estão 10 artigos sobre nativos americanos, temos mais 40 mas para já não o deixamos ver. Vamos esperar que encontre noutra biblioteca», nós mandamo-lo àquela parte. Na Internet isto acontece com frequência e ninguém se importa»

3. Não existe controlo de qualidade

Sim, precisamos da Internet, mas para além de toda informação científica, médica e histórica, a Net é também um poço cheio de lixo. Quando os jovens cibernautas não se estão a dedicar à educação sexual através de sites XXX [que por sinal acho muito bem!], estão provavelmente a aprender política através da freeman Web page, ou a bondade das relações inter-étnicas através do site do Ku Klux Klan, ou pior ainda, Biblioteconomia avançada através do Bibliotecário Anarquista. Não existe, portanto, controlo de qualidade na Internet e não parece que alguma vez venha a existir. Ao contrário das bibliotecas onde a imprensa cor-de-rosa não entra ou entra raramente, a vaidade e o ego são muitas vezes o fio condutor da Net [e este weblogue é disso um exemplo flagrante] onde qualquer tolo pode pôr online qualquer espécie de dejecto tóxico sem o menor problema.

4. Aquilo que ficamos sem saber pode ser fatal

«Uma das grandes conquistas dos leitores nas bibliotecas tem sido o acesso online aos jornais eletrónicos. Contudo os magníficos sites que disponibilizam os textos completos, nem sempre o fazem de forma “completa”. E aquilo que ficamos sem saber pode ser fatal.
Assim:
- Os artigos nestes sites são muitas vezes incompletos e entre outras lacunas não costumam apresentar “notas de rodapé”.
- Tabelas, gráficos e fórmulas também não costumam surgir de forma legível;
- Os títulos dos jornais online mudam muitas vezes sem qualquer espécie de aviso;
- Uma biblioteca pode começar com x títulos em Setembro e acabar com Y títulos em Maio. O problema é que esses títulos não são os mesmos que o pacote Setembro-Maio.
- Embora a biblioteca possa ter pago 100.000$ pela assinatura anual, raramente é notificada ou informada sobre qualquer mudança.
Não trocaria o acesso a jornais electrónicos por nada neste mundo, contudo a sua utilização deve ser bem medida, ajuizada e planeada, não se devendo conferir de imediato uma confiança total, completa e exclusiva».

O Bibliotecário Anarquista explica porque A Internet não substitui as bibliotecas

Apesar de ter, oficialmente, morrido a 24 de Outubro de 2010, O Bibliotecário Anarquista, do meu amigo Adalberto Barreto, é um blogue que tenho sempre prazer em revisitar.
Reencontrei esta série de posts com o título genérico «A Internet não substitui as bibliotecas: 10 razões (uma por dia)», publicados em 2006. Apesar dos números apontados estarem claramente desactualizados e o volume de informação disponível na Internet ser, oito anos depois, incomparavelmente maior, estas dez razões não perderam pertinência nem actualidade. Infelizmente, o bibliotecário anarquista só publicou a seis primeiras mas deixou a ligação para a fonte. Essa ligação está desactualizada mas o texto original pode continuar a ser lido aqui. Por isso as recordo aqui, mais uma vez, para os leitores que só recentemente chegaram à biblioteca de Jacinto.
A primeira pode ser lida aqui mas receando que, depois de morto, o blogue se decomponha, transcrevo-a com a merecida vénia.

1. NEM TUDO ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET

«Com mais de um bilião de páginas WEB, nunca o diríamos pela simples observação. No entanto, muito poucos materiais com conteúdo certificado estão disponíveis na Internet em acesso livre. Por exemplo, apenas 8% dos jornais científicos estão online e quanto aos livros a percentagem ainda é menor. Ainda assim quando estão acessíveis o seu acesso não é gratuito (ao contrário das bibliotecas). Se quisermos aceder ao Journal of Biochemistry, Physics Today, Journal of American History, temos de pagar e não é pouco».

22 janeiro 2013

Este blogue viola os Termos de serviço do Blogger e está aberto apenas aos autores

O título deste post é estranho e reflecte a estranheza que sinto pelo que aconteceu com o blogue Dias que Voam da minha amiga virtual (que eu ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente) Teresa Guerreiro. Ao que parece, a Google terá recebido «uma queixa no âmbito dos Termos de Utilização relativamente à existência de código malicioso» no blogue.
Sendo o Dias que Voam um blogue simpático, de conteúdos interessantes e ambiente cordato e um dos meus blogues favoritos, espero que a Google corrija rapidamente este erro. Quero o Dias que Voam de volta, e é já.


08 abril 2010

Blogue do Grupo Vocal Arsis

Caríssimos visitantes da biblioteca de Jacinto, o Grupo Vocal Arsis, que muito me honra aceitando-me como coralista, já tem um blogue que a todos convido a visitarem.

17 novembro 2009

Cartas de Inglaterra

É raro um blogue, por melhor que seja, ter "direito" a um post aqui na biblioteca de Jacinto. Mas, neste caso, achei por bem fazê-lo. Porque é nada mais nada menos do que a publicação integral das Cartas de Inglaterra do meu querido Eça de Queirós. Ainda vai na primeira mas espero, para breve, ver as restantes. Devagarinho, uma a uma, degustando como um bom vinho. Venham elas!

20 outubro 2008

Brilhante weblog

A biblioteca de Jacinto foi amável e imerecidamente galardoada com o prémio "Brilhante weblog"

pelo blogue amigo Sou o que sou: EU. Muito agradeço à Liliana F. Verde.

Tal como sucedeu com o prémio É um blogue muito bom, sim senhora!, também agora devo nomear outros blogues (neste caso sete) para este «galardão».

Ficam excluídos, naturalmente, o blogue que me nomeou agora, o blogue que me nomeou anteriormente para o outro prémio e os blogues que já nomeei anteriormente.

Assumindo, assim, que tenho de escolher, no máximo, sete blogues, vou seleccionar, sectariamente q.b., dois blogues sobre bibliotecas, dois sobre arquivos, um blogue sobre música, um sobre ciência e um de fotografia.

Aqui vai, sem ordem de preferência:

Adrian e Pandora de Gaspar Matos
Bibliotecas portuguesas de José Pedro Silva
Registos de Leonor Calvão Borges
Notas soltas de Pedro Penteado
Opera per tutti de José Quintela Soares
De rerum natura, de vários autores
Carlos Valcarcel

E pronto, agora, caros nomeados, passem a outro e não ao mesmo.

23 janeiro 2008

É um blogue muito bom, sim senhora!

A biblioteca de Jacinto foi amável e imerecidamente galardoada com o prémio "É um blogue muito bom, sim senhora!"


pelo blogue amigo Confidências. Parece que o objectivo deste "prémio" é promover a amizade e interacção na blogosfera.

Manda etiqueta bloguística que o galardoado nomeie cinco blogues para este «galardão». Obviamente que, entre os nomeados não pode estar o que nos nomeou. É mais ou menos como aquela brincadeira que tínhamos na primária do «passa a outro e não ao mesmo» mas sem a estalada.

Escolher cinco blogues é difícil porque há mais do que cinco blogues que visito regularmente, porque nem sempre um blogue de que eu gosto por uma razão particular é um blogue de interesse generalizado e porque estas coisas são sempre complicadas.

Assumindo, assim, que tenho de escolher, no máximo, cinco blogues, vou seleccionar, sectariamente q.b., dois blogues de bibliotecários, dois blogues generalistas e um blogue especializado.

Aqui vai, sem ordem de preferência:

O Bibliotecário Anarquista, de Adalberto Barreto.
O Papalagui, de Nuno Marçal.
Dias que Voam, de vários autores.
KØNTRÅSTËS, de João Ferreira Dias.
Indústrias Culturais, de Rogério Santos.

E pronto, agora, caros nomeados, passem a outro e não ao mesmo.

22 janeiro 2008

Ilustração Portuguesa

Acabo de descobrir, por mero acaso, este blogue absolutamente delicioso. Não tenho feito muitos posts sobre outros blogues mas fiquei tão contente de encontrar este que não podia mesmo deixar de o destacar.

26 outubro 2007

Indústrias culturais

Estive ontem no lançamento do livro "Indústrias culturais: imagens, valores e consumos" (Edições 70), homónimo do excelente blogue que Rogério Santos criou em 2003.

A amizade que me liga a Rogério Santos poderia tornar-me suspeita na avaliação do livro ou do blogue mas os visitantes da Biblioteca de Jacinto têm a oportunidade de avaliar por si aquele que eu considero um dos melhores blogues portugueses, pela diversidade temática, pelo distanciamento crítico e pelo rigor de análise. Aos mais distraídos, recordo que Indústrias culturais é uma das mais antigas presenças no meu blogroll.

«Para a Clara e o Jorge...»

30 maio 2007

Paper Music


Criei um novo blogue. Tudo coisas do entusiasmo com que vim de Vila do Conde.
Chama-se Paper Music e é profissional. Sim, este é um blogue de uma bibliotecária sobre bibliotecas... de música.

02 maio 2007

Ars integrata

Está na rede, desde 20 de Abril, o blogue Ars integrata. Trata-se de «um projecto aberto assente na criação e fruição artística multidisciplinar, aberto a criadores, investigadores e ao público em geral interessado nas suas diversas áreas, livre de preconceitos de género ou estilísticos».
Para os seus mentores, os votos de muito sucesso cibernáutico.

26 abril 2007

A arca do conselho

Já estava para desligar esta coisa quando soube de uma notícia cuja relevância não posso ignorar! Finalmente, FINALMENTE, o Jorge Afonso tem um blogue.
Chama-se A arca do Conselho.
O que guardará a arca? Guardemos, perdão! Aguardemos.

11 abril 2007

Summa bibliothecologica

Já não era sem tempo, tenho tanta coisa para escrever e mostrar que nem sei por onde começar. Quero escrever muito profissionalmente sobre o Congresso, quero escrever muito apaixonadamente sobre a ilha de São Miguel, quero escrever muito pessoalmente sobre os meus colegas virtuais da blogosfera que conheci no Congresso. E é difícil escrever sobre tudo isto num único post sem ficar uma grande sopa.
Em vez de seguir uma ordem cronológica (ou qualquer outra lógica) vou seguir a ordem que me ditar o correr das teclas.

Começo pelos meus colegas dos blogues, que tive o enorme prazer de conhecer. É uma sensação estranha (na medida em que não me é familiar) esta de conhecer ao vivo pessoas que já conhecia dos blogues, algumas com quem já contactava há meses. De repente, estávamos todos a tratar-nos por tu, com a maior naturalidade, como se nos conhecêssemos há imenso tempo. Podia ter dado mau resultado, podiam ser uns chatos, podia faltar a conversa ao fim de cinco minutos... mas não! A conversa fluiu com naturalidade, os encontros no Alcides (o restaurante oficioso dos bibliotecários e arquivistas, em Ponta Delgada) sucederam-se até ao fim do Congresso e a promessa de novos encontros ficou, já com data marcada.




Nasceu ali qualquer coisa e essa é uma sensação muito agradável. Talvez um dia (presunção e água benta, cada qual toma a que quer...) se venha a dizer que ali se fez história. O tempo o dirá.

O Congresso propriamente dito foi um pouco diferente dos outros em que estive. Menos «pesos-pesados» (quem esteve no painel dos blogues percebe o que quero dizer) do que é costume, muita gente nova - fiquei particularmente feliz de ver ex-alunos meus - muita gente dos Açores e um ambiente bastante descontraído. A própria localização do Congresso contribuíu para este ambiente pois quase todos os participantes estavam "deslocados" e muito longe de casa, o que não aconteceu no Porto e em Cascais.
Como tive duas participações (uma numa comunicação e outra no painel de blogues) acabei por assistir a menos comunicações do que desejaria. Gostaria especialmente de ter assistido às comunicações relativas ao perfil profissional que, ouvi dizer, foram bastante participadas. É um tema que me interessa pessoalmente e que acabei por também abordar - embora sem profundidade - na minha parte da comunicação que apresentei (em co-autoria com as minhas colegas do CEM).

Os Açores. Não sei quem disse «Pelos Açores perco-me de amores». Eu perdi-me de amores pelos Açores. Os açorianos são de uma gentileza extraordinária. São educados sem serem artificiais. São atenciosos sem serem servis. Têm o sorriso fácil sem serem patetas. São brincalhões sem serem inconvenientes. São doces sem serem melados. Têm a inocência encantadora dos alentejanos, têm a alegria dos minhotos, o amor-próprio dos transmontanos. E não me refiro aos açorianos que estavam no Congresso, refiro-me aos que conheci fora do Congresso, no hotel, nas lojas, nos restaurantes, o vaqueiro a quem pedi leite da vaquinha, acabado de mugir.
Quero voltaaaaaaaaar!!!!!!

20 março 2007

Açores, aí vou eu!


O Congresso da BAD entrou em contagem decrescente. Este ano é em Ponta Delgada.
E este ano, pela primeira vez, vou participar (e não apenas assistir). Como não há fome que não dê em fartura, vou participar duas vezes: com uma comunicação (de autoria colectiva) sobre o CEM e num painel sobre weblogues no domínio da Ciência da Informação.
Na comunicação, que tem o nome pomposo de «A experiência interdisciplinar no Centro de Estudos Musicológicos da Biblioteca Nacional», eu, a minha colega e a minha chefe no CEM expomos a nossa experiência pessoal e colectiva: mais do que uma "secção de partituras" o CEM é, na prática, uma biblioteca especializada em música e isso confere-lhe características muito particulares no âmbito da Biblioteca Nacional. Na nossa comunicação procuramos, de uma forma quase narrativa, descrever como funcionamos, como cruzamos experiências e conhecimentos (eu sou bibliotecária com formação elementar em música, elas são musicólogas com formação elementar em biblioteconomia) e como conseguimos que o resultado final do nosso trabalho seja maior do que a soma aritmética das partes.
No painel, organizado e coordenado pela Luísa Alvim, vou partilhar o debate com o Adalberto Barreto, o Paulo Jorge Sousa, o Júlio Anjos e o Pedro Príncipe. Já conheço todos da blogosfera mas só agora os irei conhecer pessoalmente.
Finalmente vou conhecer os Açores (no caso, a ilha de São Miguel), o que há muito tempo desejo mas nunca tinha tido a oportunidade. Já conheço razoavelmente Portugal continental (mesmo o mais profundo), esta será a minha primeira incursão pelo Portugal insular.


Last but not least, também é a primeira vez que vou andar de avião.
Ufa! Já não tenho idade para tantas emoções juntas!!!

29 dezembro 2006

Aos 95 anos

Não resisto a divulgar este blogue com honras de post.
A mis 95 años é o blogue de María Amelia, uma senhora galega de 95 anos que, com a ajuda do neto, começou a escrevê-lo na data em que completou 95 anos de idade: nasceu em Muxía (A Coruña) a 23 de Dezembro de 1911. Só espero que viva ainda uns bons anos e continue a escrevê-lo para podermos enriquecer todos com as suas memórias e as suas experiências. 95 anos é mais do dobro do que eu já vivi. Que maravilha! Só espero chegar àquela idade com a mesma lucidez.
E ainda há quem chame velhos às pessoas de idade!!!

05 dezembro 2006

Entrevista no KØNTRÅSTËS

O blogue KØNTRÅSTËS, do João Ferreira Dias, está a publicar um conjunto de conversas informais mantidas via e-mail com os mais diversos bloggers. O objectivo é, nas palavras do seu autor, «conhecer um pouco mais do blogger que dá vida ao blogue e abrir uma cortina para o que move cada autor de blogue». No dia 2 foi publicada a entrevista com a minha humilde pessoa.

A ideia das entrevistas foi importada, pelo KØNTRÅSTËS, do Miniscente , do Luís Carmelo - que eu já aqui tinha referido e que vale sempre a pena continuar a acompanhar.
Quanto à minha entrevista, não a transcrevo, porque acho que devem mesmo visitar o KØNTRÅSTËS.

16 outubro 2006

Plágio desmascarado

A pedido de "várias famílias" e porque acusar sem provas é calúnia:

"Fátima desmascarada [I]": plagiado da Parte I "A velha história de Fátima", Capítulo V "Lúcia é uma histérica mitomaníaca" In Ilharco, João - Fátima desmascarada: a verdade histórica acerca de Fátima documentada com provas. 4ª ed. do Autor. Coimbra: ed. do A., 1971. p. 55-56.
A "Nota" final é transcrita do "Preâmbulo", p. 11 e a frase final desta "Nota" é citada por Ilharco de um artigo de fundo do jornal "O Mensageiro" (30 de Maio de 1917).

"Fátima desmascarada II": plagiado de:
Parte I, Capítulo V, p. 59-62.
Parte II, Capítulo IX, p. 287-288.

"Fátima desmascarada III": plagiado de:
Almeida e Paiva - Liberdade, Ciência e Religião. Apud Ilharco, João - Fátima desmascarada... p. 195
Martindale, C.C. - The message of Fátima. Apud Ilharco, João, idem, ibidem
Só a citação do Papa João XXIII está atribuída, talvez por ser facilmente verificável. Isto demonstra claramente a má fé do autor do blog.
Plagiado ainda da Parte I, Capítulo XII "A dança do Sol na Cova da Iria" In Fátima desmascarada..., p. 125-126 (substituindo apenas "no final do terceiro quartel do Século XX" por "Século XXI").
A suposta citação do Prof. Doutor Moisés Espírito Santo (numa imaginária conversa durante as férias) foi transcrita da Parte II "A nova história de Fátima", Capítulo X "Conclusão" da mesma obra, p. 293-294, e inclui palavras do Papa Paulo VI.

A obra plagiada (2ª ed.) está disponível na Biblioteca Nacional, nas cotas R. 13247 V. e R. 14462 V. e ainda uma 6ª edição, na cota R. 15118 V.

O meu exemplar é da 4ª edição. No final, na página do colofão, o "ex-libris" do autor narra assim: Veritas omnia vincit. Espero que sim!

De novo o plágio (7-10-2006)
O plágio (20-09-2006)