Mediante um questionário, vamos respondendo as várias questões relacionadas com a forma como encaramos diversos aspecto da organização da sociedade, da liberdade e da educação. Essas respostas são depois tratadas pelo sistema e o resultado situa-nos num quadrante político. A avaliação é curiosa: nos extremos da linha vertical estão as posições autoritária ou libertária (com todas as posições intermédias); nos extremos da linha horizontal, estão as posições colectivista e neo-liberal (ou individualista?) também com as suas posições intermédias.
É uma abordagem curiosa embora o questionário não seja, ele mesmo, imparcial. Pressupor que uma determinada resposta nos coloca, necessariamente, numa determinada posição do quadrante pode ser abusivo. O questionário reflecte uma visão demasiado "americana" do mundo. Mas não deixa de ser interessante responder, para ver o que dá. Quanto mais não seja para vermos com que figura histórica partilhamos o quadrante em que nos posicionam...

A versão do Público é esta:

Ainda no Público, a posição de diferentes líderes mundiais está representada assim:

Mas mais engraçado ainda - e é por isso que faço este post - é ver a análise que eles fizeram - no Political Compass, não no Público - à posição de diversos compositores. Não foram os próprios compositores que responderam, claro, por isso isto talvez diga mais sobre o que os autores do Political Compass pensam dos compositores do que o que pensavam os próprios compositores sobre política. Mas tem piada ver o resultado (clicando na imagem vê-se melhor).

