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29 janeiro 2013

Ensaios Abertos, do Grupo Vocal Arsis

A partir da próxima quinta-feira, 31 de Janeiro, e até Junho, nas últimas quintas-feiras de cada mês, pelas 21h00, o Grupo Vocal Arsis vai realizar Ensaios Abertos, na Fábrica Braço de Prata. Tratam-se de ensaios normais abertos ao público. Aqueles que já estão habituados à lides corais terão a oportunidade de contactar com o método de trabalho do nosso Maestro, o compositor Paulo Brandão. Os que nunca cantaram em coro terão a oportunidade de espreitar os bastidores da actividade coral, o trabalho por detrás do concerto. É uma experiência nova e desafiante para nós pois nem sempre é confortável para os coralistas expôr as suas fragilidades - habituados que estamos à apresentação em concerto onde é suposto que nada falhe ou que, a falhar, não se note... - mostrando ao público os erros, as repetições e as correcções que sempre ocorrem durante os ensaios. Por outro lado, creio que será gratificante mostrar todo o trabalho de aperfeiçoamento e apuramento que é necessário para chegar à apresentação em concerto. Espero ver-vos por lá, na quinta-feira.

28 janeiro 2009

Retratos à Sexta

Na sexta-feira passada participei, pela primeira vez, de um interessante projecto do fotógrafo retratista Fabrice Ziegler, francês radicado em Portugal.
Nascido em Thionville (Alsácia-Lorena) cresceu em Estrasburgo, onde descobriu as artes plásticas, a culinária e a fotografia. Estudou fotografia em Paris mas foi na Provença, em Nîmes, que descobriu a luz e a cultura mediterrânicas.
O que o trouxe à capital portuguesa foi um amor e o seu trabalho. Vive em Lisboa há dez anos e, para ele, «Lisboa é a cidade que fica ao lado do Tejo. O resto é conversa e é igual ao que se encontra em qualquer cidade do mundo».
No projecto Retratos à Sexta Fabrice Ziegler «desenvolve uma relação com o público em geral, criando para isso um espaço de representação onde o sujeito assume a pose que o instantâneo fotográfico vai captar. Os transeuntes são convidados a "entrarem" no estúdio fotográfico, a sentarem-se e a deixarem que o artista molde a luz para que a obra surja. Com base na troca, o modelo dá a cara e o fotógrafo, as fotografias.» (Jornal de Torres vedras, 26 Dez. 2008)
Todas as sessões (às sextas, de quinze em quinze dias) têm um tema e os participantes/retratados são convidados a levar um objecto ou uma ideia alusiva ao tema. Nesta sexta, o tema era a vaidade e eu escolhi, como objectos fétiche, um chapéu à "anos vinte" essa época que representa o auge da coquetterie e da vaidade. E o chapéu fez sucesso porque acabou na cabeça de mais duas participantes. Não ao mesmo tempo, claro...
Levei também a minha bóina basca, simbolicamente oposta à vaidade física mas símbolo de resistentes e artistas, ao longo de séculos e em diferentes contextos: símbolo de vaidade intelectual e patriótica. Não será, afinal, tudo vaidade?
Aqui está o resultado de uma noite de intenso trabalho que eu acompanhei durante várias horas. Eu estou algures.