Faz hoje um ano. À hora a que escrevo já tinha passado. Literalmente. Já tinham passado a angústia, os suores frios, a sensação de querer enfiar-me por qualquer buraco, um qualquer. Já tinha passado.A foto junta revela o instantâneo do momento em que tomei consciência (com cerca de duas horas de atraso) de que já era Mestra. Os olhos de carneiro-mal-morto devem-se a uma noite em claro e a algumas horas de tortura psicológica. O sorriso mongo deve-se à surpresa emergente. Normalmente não sou assim.

