
El Greco, 1541-1614 - Ressurreição, 1577-1579
Quem não admirará os progressos deste século?

Parece, porém, que estes senhores que mandam em nós (e não me refiro só aos que mandam de jure, mas também aos que mandam de facto) ensinam aos seus filhos que aquele menino lá da escola, alto e grandalhão, que bate nos pequeninos é... corajoso.
(Pintura anónima existente o Museu da Misericórdia de Viseu e fotografada por mim)

«Dois anos depois de ter subido ao trono, D. José tentou contratar Jommelli que, por esta altura, já era o mais afamado e o mais inovador compositor de ópera italiana em actividade. No entanto, a proposta do Duque de Württemberg, que incluía um novo teatro, acabou por aliciar o compositor, que se mudou para a Corte de Estugarda em 1754. Durante 15 anos produziu música religiosa e contribuiu para reescrever a história da ópera. Em 1769 e a troco de uma vantajosa reforma, D. José conseguiu finalmente obter os serviços de Jommelli, que entretanto passou a viver em Aversa, Itália. O contrato incluía o envio de obras religiosas, e sobretudo de óperas. Até à morte do Rei em 1777, e com adaptações de João Cordeiro da Silva, os teatros reais portugueses chegaram a levar anualmente à cena quatro óperas suas.

As vinhas da Casa de Santar (foto de Jorge Afonso).
O Rio Mondego, perto de Seixo da Beira.
A Anta da Cunha Baixa (perto de Mangualde). A maior e mais bem conservada anta que eu já vi.
No jardim do palacete do Tojal (Sátão). Foto de Jorge Afonso, claro...
Combóio fantasma?
O conjunto contemporâneo de altar, evangelho e cátedra integra-se perfeitamente no espaço antigo da Sé na qual as várias épocas se misturam.
Claustro da Sé de Viseu.
Capela baptismal (Sé de Viseu)
Sagrada Família com Santos (Museu da Misericórdia).
Viseu, junto ao rio.
Roubadas da árvore!
Alecrim aos molhos!
Na biblioteca de Jacinto estamos entusiasmados e não poderemos faltar a este acontecimento. Cada número custa 3€ mas vale muito mais: vale a divulgação merecida do património musical português.Um passeio pela Lisboa Romântica, a pretexto do próximo concerto do Grupo Vocal Arsis (Igreja da Pena (Lisboa), 25 de Abril, 16h00).
(Foto tirada daqui)
«Na ligação do Campo dos Mártires da Pátria com o Rossio pela íngreme Calçada de Santana encontra-se a Igreja da pena, sede de paróquia, criada em 1570 pelo Cardeal D. Henrique no convento de Santana. Foi concluída em 1705 e teve elegante fachada ladeada por uma torre. Interior de uma só nave com pinturas de Pedro Alexandrino, bela obra de talha, bom quadro alegórico de N.ª Sr.ª da Pena e óptima imagem de S. Sebastião na capela deste santo».
(Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira)
«O novo templo era muito vasto e elegante, construido de boa cantaria, tendo os altares adornados de bellos trabalhos de talha. [...] O interior da egreja é vistoso, vendo-se as paredes adornadas de diversos paineis sobre assumptos religiosos; no tecto admira-se uma pintura valiosa, em perspectiva, trabalho de Pedro Alexandrino de Carvalho; é um grande quadro allegorico dedicado á Senhora da Pena. Tem dois púlpitos de pedra, de fórma elegante, com ornato de grande valor atístico. A capella-mor é toda guarnecida de talha dourada, trabalho delicado, vendo-se sobre o altar a imagem da padroeira. [...] No côro, que é espaçoso, está o órgão, de excellentes vozes. [...] A festa do orago realisa-se no dia de Nossa Senhora dos Prazeres, na segunda feira seguinte ao domingo de Paschoela».
(Portugal: diccionario historico, chorographico, biographico, bibliographico, heraldico, numismatico e artistico)
Recomendamos ir cedo para aproveitar um passeio por um dos jardins mais bonitos e menos conhecidos de Lisboa: o Jardim do Torel.
(Imagem tirada daqui)
(Imagem tirada daqui)
Depois do concerto, um café na associação Xuventude de Galicia...
E finalmente, ao caír da tarde, descer pelo Elevador do Lavra para jantar num dos animados restaurantes da Rua das Portas de Santo Antão.
(Imagem tirada daqui)
Uma tarde muito bem passada!
MCA
